quarta-feira, 29 de outubro de 2008

"Desconhecido"

Passeio em seu delinear
junto à minha saudade...
Inseri-me no intervalo entre
meu vidro e
o feromônio
dos teus minutos. Intactos.
Em prosa me constatei:
A cadência lírica dos meus
disfarces, a distância métrica
do meu conceito,
o pressuposto do todo
em redondilha moderna.
moderna! moderna! incompleta!
Imatura a ponto de não
o
ser.
sempre o vidro,
ou o onisciente
contrário,
ou o recíproco cúmplice
ou sempre o
intervalo.

4 comentários:

Natália Rodrigues disse...

nossa, seu poema me fez pensar num poema sobre delineador!!
vou escrever e depois te mando
acho que o delinear me prendeu a atenção hahaahha

saudades de ler seus escritos! não para de postar não ein??

beijos Dara,
Nati

Samantha disse...

Mais do que uma homenagem! Um gosto!

Acho que estou começando a aprender a captar as palavras-chave, as chaves e as palavras...

=p

Luis disse...

oi Dadi.

Natália Rodrigues disse...

poema postado =]