Passeio em seu delinear
junto à minha saudade...
Inseri-me no intervalo entre
meu vidro e
o feromônio
dos teus minutos. Intactos.
Em prosa me constatei:
A cadência lírica dos meus
disfarces, a distância métrica
do meu conceito,
o pressuposto do todo
em redondilha moderna.
moderna! moderna! incompleta!
Imatura a ponto de não
o
ser.
sempre o vidro,
ou o onisciente
contrário,
ou o recíproco cúmplice
ou sempre o
intervalo.
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
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4 comentários:
nossa, seu poema me fez pensar num poema sobre delineador!!
vou escrever e depois te mando
acho que o delinear me prendeu a atenção hahaahha
saudades de ler seus escritos! não para de postar não ein??
beijos Dara,
Nati
Mais do que uma homenagem! Um gosto!
Acho que estou começando a aprender a captar as palavras-chave, as chaves e as palavras...
=p
Sá
oi Dadi.
poema postado =]
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