sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

À verdade.

Verdade morena
não deita
fácil
com qualquer poema, boca e
desejo.
Verdade morena
são nomes, sigilo
datas.
Biografia de
um contexto
loiro que
esvaiu sentimento.
nao deita.
acomoda
o
tempo
desacostumado.
Viaja, frui
repele.
...
recai
a ardor
de
insolação
a cada
hífen-de-me-decifra
no mais
bemol do
te-quero.
tímido.
Deita.
Mas com
preliminares exigentes
de não somos

narrativa ensaiada.
Desenredo,
Eu
e Outro
Lírico,
adjetivos e
sujeito. composto.
Convém.
Cada.
E deita à vontade
à verdade
ao soar onisciente
que exala de
qualquer _mas qualquer_
melanina de pensamento.
tá.
Eu te escrevo. Te
inquieto. Experimento.
Faço verbo.
(deita..?)

3 comentários:

Sá disse...

E faço minhas as suas palavras agora...Dá pra sentir através das palavras postas,do jeito q elas se encaixam no "papel"...adorei!

Natália Nunes disse...

contexta, loira o/

haha.

obrigada pela visita :)
gostei daqui.

:)

Felipe disse...

Sempre pensamentos internos exteriorizados tão bem!

Parabéns, Dara!

Beijão!