sábado, 19 de dezembro de 2009

Um novo Blog

Ficarei por lá:


Conto com a visita de vocês.


abraços

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Depois

Entre mãos e
cabelos
no mínimo intervalo.
coagula todo seu sensual
nem parece
Que moça!
Anda aí. com esse
jeans amarelado
de mãe. de dia.
de ai. de noite

(métrica casual)

Ai mãe que
menina ensaboa
a todo humor, de
pois.

e seu corpo padece
a todos outros.

Tão toda que gosta.
_ não gostasse, não gostasse
pra ver.

tão rua. tão cedo.
tão sempre
e a gente
diz:
nada_
no prato tem amanhã.

Tão por aí. Entre
mãos e cabelos
Nem
o mínimo.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

E mais.

Depois desse
começo todo
desse retalho de vinil
com fim
de
tarde.
vem com esse hálito de
mãe
me programar
me
deixar
com sede de posições.
Nesse gole e tanto
que segundo
envelhece minuto que
prosa que nada
quero é sambar.
cansado. momento.
passo pro lado envolto escondo
tua boca por aí.
vai que dá sucesso e mão
(no pandeiro pra
não dizer outra coisa)
passa que
passa passa
_ai que segredo
e mais.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Desses

Cansei
de beber. Noite
comer. silêncio.
arde.
e não há inocente.
De qualquer maneira
hei de ser permeável
reparo. preconceito.
não tem sossego
pra cá pra
lágrima. fosco.
aí num beco
casual

diz que tem argumentos

passou por página.

quer folha de
Rosto

sorrindo.

Assim
não.

Mirava até o dia-
meio sol
tudo numa
cor que é sempre
poema
Desses, teu âmago.
quieto. descendo
pelo copo. pêlo.
corpo. cansei
mas bebi
satisfeita

noite
arde

sábado, 4 de abril de 2009

Se assim permitir.

(Este poema foi escrito humildemente à "fogo de Divinópolis", a imprescindível Adélia Prado, que nesta manhã de sábado acomodou a população francana em uma prosa somente como ela.)


Há sinceros todo-dia
catequista de boca cheia
(no almoço)
salgado
soluço
toicinho. Criança.
segredo
de...
Cumadre vai embora
levando comida
e
versos.
Prontos como
o enredo da
louça. silêncio.
Despir e sonhar
e aí poesia.
Prado de alegria
com licença ao
mil avô,
constantemente amanhecendo
em linhagens
de palavras
cálidas,
engenho entre
horas.
Interstício
desdobrável
É. Ora sempre.
(e minha licença
termina) assim,
Adélia.

quinta-feira, 26 de março de 2009

Manuseio

Ao passo que tudo
é manso
olha aí teus
membros
chamando.
Eu
disse membros.
sinceros tal
qual
meu ontem
enlatado
todos os dias
no almoço.
É. sei
o
de novo
agora acoado
de tanto senão
Se não
nem olho
nem braços
nem pernas
dispersas
nem fala.
(comigo)
amanhã, amanhã.
há manhã de...(Não nego)
vai embora
sem
ciência
abatida.
Esquece tudo
e leva logo
(essa blusa!).

Eu disse membros.
ao passo.

sexta-feira, 13 de março de 2009

A.

Argumentos esparsos
automóveis
(mão)
a luz apagada
sei
o
de um lado
e fui, sim, na parede.
do outro lado
fiquem conceitos.
antecipados.
Sintomas em reticências
de roupa mal-passada
querendo esvair
em cabelo, unha,
pêlo, sapato
ou
qualquer pedaço
de boca
escorrendo
amanhã.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Volto em breve...

poema temporariamente removido